13 de maio de 2006

Michel Eyquem de Montaigne (1533-1592)

Filsosfo que viveu no séc. 16, foi um aristocrata e homem público. Aos 38 anos de idade se retirou para um castelo, onde viveu até o final de sua vida (não totalmente em reclusão). Ali passou a escrever sobre o que notava e vivenciava. Montaigne dizia não ensinar e sim contar, o que me traz a forte idéia de um conhecimento extraído da experiência.
Sem a prepotência de querer ser um grande pensador, Montaigne traz o seu eu para o que escreve. Sua obra é bem autobiográfica. Apenas um relato de todas as suas atividades, expondo tanto os seus hábitos físicos quanto os intelectuais.

Um filósofo simples que fala de suas falhas de memória, da inconstância da vida, da dificuldade de ler um livro, da sua ignorância. Que páginas antes diz uma coisa e provavelmente na seguinte encontramos uma mudança. Ele é o que eu chamaria de tipicamente humano. Nietzsche é irritantemente inteligente que chega dá medo, Montaigne é mais parecido comigo, o santo padroeiro de nós amadores e não gênios.
Nessa série vou trazer algumas de suas idéias. Algumas dão vontade de rir, outras de brigar, outras de amar.
A primeira é sobre o corpo e a segunda será sobre a Mulher (onde vamos descobrir porque o mundo anda tão bem, rsrs).

"Faço dizer aos outros aquilo que não posso dizer tão bem, quer por debilidade da minha linguagem, quer por fraqueza dos meus sentidos" Montaigne

3 comentários:

Anônimo disse...

hum, simpatizei...

José de Morais disse...

Vou voltar pra ler com tempo.
Só queria registrar que não esqueci daqui não :-)

Anônimo disse...

Gostei do cara :-)